O conteúdo Parentalidade Generativa e as 8 crenças de Virgínia Satir aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Quero agradecer a cada um de vós, pelo incrível apoio, amor, energia que colocam no ESSENCIAL. Obrigada a cada um de vós que regressa semanalmente. Eu sei que partilham os episódios com os vossos amigos. Adoro ler os vossos comentários, feedback. Adoro conhecer o que mais ressoou em cada episódio, descobrir onde ouvem o ESSENCIAL. Por isso agradeço, de coração, a curiosidade, o tempo que dedicam a escutar, reflectir, desaprender, aprender e transformar. Num processo continuo de reparentalidade, unidade e crescimento.
Acredito mesmo que o tempo que dedicam ao ESSENCIAL é um investimento em vocês próprios, no vosso futuro e no futuro das próximas gerações. Estou mesmo muito feliz por estar aqui convosco! Obrigada!
Um dos pilares da parentalidade generativa é o legado da mãe da terapia familiar sistémica. Virgínia Satir lembrava o quão importante é, que uma família entenda que estão a operar num sistema, onde cada qual tem uma contribuição única. Ou seja, existe uma visão positiva e optimista das pessoas. Porque todos os seres humanos possuem, dentro de si, competências e recursos que podem ser mobilizados na direcção da saúde, do crescimento e desenvolvimento humano e comunitário. A mudança é vista como uma oportunidade. É “um processo natural e constante através do qual os indivíduos se conhecem a si mesmos, realizam o seu potencial e vinculam-se aos demais”. E claro, eu partilho das suas oito crenças:
Quem já leu o meu último livro “Gurus de Palmo e Meio” sabe que acredito que os nossos filhos são mesmo os nossos melhores gurus. Veem através de nós, mas não são nossos! E é por isso que eu também digo que a relação pais – filhos, é mesmo a relação mais espiritual e generativa de todas as relações humanas! E eles também não nos desafiam, são sim espelhos de nós próprios. A pergunta é:
Como é que faço para me sentir desafiado pelo meu filho?!
Quero ainda deixar mais três questões:
Será que confiamos mesmo nas nossas crianças?
Elas podem experienciar tempo, presença e confiança dos adultos de referência?
Estaremos nós, adultos, a ser o exemplo do que queremos ver no mundo?
Já sabem que encontram este episódio transcrito no meu site: www.ritaaleluia.com. A inclusão é um valor importante.
Estou muito grata, genuinamente grata a cada um de vocês que aqui está!
Mal posso esperar por vos conhecer pessoalmente. Se me encontrarem na rua, venham ter comigo. Adoro conversar, conhecer novas histórias. E se sentirem que querem, (é importante para mim) coloquem um comentário, nos reviews de cada plataforma onde ouvem o ESSENCIAL: Spotify, Apple, Google, seja qual for. Faz uma grande diferença para o podcast eu eu gosto de vos ler.
O ESSENCIAL regressa na próxima terça-feira.
Juntos co-criamos o essencial, um admirável e intencional mundo novo!
De coração!
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]]>O conteúdo A energia transformadora dos arquétipos na parentalidade e na vida aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>“A viagem do herói exige que encontremos o que em nós é único, a nossa singularidade. E não podemos simplesmente encontrá-la sem a solidão suficiente para descobrir quem somos. No nosso caminho somos auxiliados por guias internos, ou arquétipos, cada um exemplifica uma forma de estar no caminho… Cada um tem uma lição para nos ensinar e preside a uma etapa diferente do nosso desenvolvimento.”
Carol Pearson
Desde a década de 80 que os arquétipos são parte oficial da Programação Neurolinguística (PNL). Introduzidos por Judith DeLozier (Judy) a mãe da PNL e pioneira mundial em sintaxe somática integram a Parentalidade Generativa (PG). Eles manifestam a energia inconsciente e estão presentes na natureza e na natureza de cada ser humano.
O psiquiatra Carl Jung e os seus sucessores descobriram que, no nível do inconsciente profundo, a psique de cada pessoa está conectada com o Inconsciente Colectivo, ao qual todos temos acesso. Este, por sua vez, agrega padrões intuitivos e configurações de energia (arquétipos) que se supõe herdadas de geração em geração e que se manifestam no corpo. São precisamente estes arquétipos a base dos sentimentos, pensamentos, comportamentos e experiências humanas mais comuns. Nesta Viagem do Herói (e são tantas ao longo da vida) dançamos e vencemos os nossos dragões, encontramos os nossos tesouros, a nossa identidade e voltamos para partilha-los com a comunidade.
Em quem me estou a tornar?
Quem é que o mundo pede que me torne?
Estas são as duas perguntas latentes na Viagem do Herói! Os recursos arquetípicos vivem em cada um de nós e podem ser despertados, desenvolvidos, chamados em vários estágios, contextos e idades. Entretanto, embora os arquétipos sejam predisposições universais e inatas, vão manifestar-se de forma distinta em cada pessoa, porque são filtrados através da nossa cultura e experiências pessoais.
Há centenas de arquétipos de autores diferentes. Nós utilizamos, sobretudo, os de Joseph Campbell, Stephen Gilligan, Carol Pearson e muito em especial, as posturas de Virgínia Satir. Judy costuma dizer que as próprias emoções contêm a energia dos arquétipos e “à medida que emergem no corpo, acordam algo em nós mesmos”. Mas diz mais
Nós somos energia e o corpo é um Sistema de Representação, não cria e organiza apenas as emoções, ele é sábio! Codifica, descodifica, aprende, tem memória e oferece-nos, através dos seus movimentos, tantas pistas na sua estrutura superficial, como a linguagem na sintaxe linguística, ou até nas perguntas do Meta Modelo. Quando nos permitimos associar aos nossos movimentos naturais, as posturas dos arquétipos, é o início de uma profunda e transformadora viagem (e é por isso que eles estão presentes tanto na certificação internacional PNL Practitioner em Parentalidade Generativa quanto na do PNL Master Practitioner – prestes a chegar a Portugal! Ambas certificações NLP University California.
E é através da dança entre luz e sombra de cada arquétipo que descobrimos dons únicos e os colocamos ao serviço de algo maior, em congruência e coerência.
Partilho agora os arquétipos descritos por Carol Pearson, utilizados na Dança do Dragão, co-criada por Judith DeLozier e Robert Dilts que nos auxiliam a identificar as etapas chaves do nosso desenvolvimento, da nossa viagem pessoal. O lado luz de cada posições arquétipas, determina os recursos e as soluções necessários às etapas de transição da nossa vida.
A investigação desenrola-se ao redor do arquétipo do dragão que representa algo importante, misterioso e potencialmente perigoso. Alguns dragões no caminho da nossa existência humana, estão relacionados com a nossa adolescência, uma mudança profissional, até com a menopausa, doença, perda, a morte ou qualquer outra transição essencial da nossa vida.
Cada arquétipo deve ser acolhido na totalidade e possui luz e sombra. Como dizia Gregory Bateson, tudo em si contém o seu oposto.
Vive num Eden ou na serenidade da vida, num cenário onde o dragão não existe e todas as necessidades são preenchidas numa atmosfera de amor. Para os inocentes, o mundo existe para a sua satisfação. É um estado natural na criança e é uma negação da realidade no adulto. Ainda há adultos que não assumiram responsabilidade pessoal e que acreditam que os seus pais, cônjuges, amigos e organizações onde trabalham deveriam contribuir para tornar a sua vida paradisíaca. O inocente não é um arquétipo heróico, já que nada nos é exigido no paraíso, é antes, um arquétipo pré-heróico.
Deve enfrentar a realidade da queda. Há uma procura incessante por segurança. O órfão receia ser explorado e abandonado. Idealista, nega a existência do dragão (a impotência) ou procura ter a certeza de que ele não o encontrará. A sensação de impotência dá-lhe um vivo desejo de voltar à inocência original. Sente-se vítima e obrigado a crescer num ambiente hostil sem ter força, nem capacidade. Procura uma hierarquia benevolente (proprietário, conselheiro espiritual…) que tomará conta de si. Não controla as suas emoções e estas são muitas vezes paralisantes. A evasão (adições, trabalho…) são as formas que encontra para enfrentar a condição humana. A cultura programa as suas necessidades. Está sempre à espera de validação externa. Sente-se pobre, procura um trabalho fácil. O seu caminho é sair da inocência e vencer a negação da realidade para saber que sofrimento, dor, escassez e morte fazem, inevitavelmente, parte da vida.
Aprende a dar, em comprometer-se e acredita que tem que sacrificar-se em prol dos outros. Quer resolver o conflito entre a procura do bem (bondade, generosidade, responsabilidade) e a fuga do mal e os seus piores medos – o egoísmo e a exploração). Perseguido pelo dragão (o sofrimento), procura aliviá-lo sacrificando-se para salvar os outros. Oferece o seu sofrimento porque é transformador. As suas emoções são escondidas para não ferir os demais. Acredita que o trabalho deve ser duro e desagradável e ao serviço dos outros. Vê mais virtude na doação e na pobreza do que na recepção dos bens. O caminho do Mártir é ser capaz de cuidar dos outros, de oferecer em liberdade e sem medo.
Aprende a lutar para defender-se e molda o mundo à sua imagem. É forte e influencia o mundo ao seu redor, evita a fraqueza, a ineficácia e a passividade. Quer alterar o seu ambiente para que este se adapte às suas necessidades e aos seus valores. Utiliza a força da disciplina, a vontade e a luta. Reivindica direitos, seus e dos outros. Enfrenta o dragão (o medo) para matá-lo. Corajoso, luta pelo que crê e pelo que quer, apesar dos riscos. Aprende com a competição o gosto pelo sucesso. Molda os outros para ter êxito. Domina ou restringe as suas emoções para ter mais domínio. Trabalha muito para ter êxito e enriquecer, sabendo usar o sistema a seu favor. O seu caminho é ter mais segurança, confiança, coragem e respeito por si e pelos outros.
Com a intenção de se reencontrar sozinho. O Mendigo procura a independência, a autonomia, uma vocação e teme o conformismo. Para fugir do dragão (a solidão) que se identifica, vai deixar uma situação opressiva e partir sozinho ao encontro do desconhecido. A vida é uma aventura no mundo e no interior dele mesmo. É anti-normas conformistas e é assim que forma a sua identidade. Sente-se um estrangeiro, gosta de explorar novas ideias, novos mapas, de agir sozinho e assumir só e estoicamente as suas emoções. Procura a sua vocação ou um trabalho individual. É auto-didata e está pronto a sacrificar dinheiro para manter a sua independência. O seu caminho é o de enfrentar o medo e escolher ser ele mesmo, descobrindo quem é e o que quer para realizar a sua vocação.
Aprende a mover-se com a energia do Universo. O mágico, também conhecido por Xaman, procura a autenticidade, o equilíbrio com as energias do Universo, e atrair o que tem necessidade de acordo com as leis da sincronicidade. Teme a falta de profundidade, a alienação dele e do outro, a falta de centro. O mundo externo é o reflexo do mundo interno. Aceita e integra o dragão (a sombra ou uma parte não desenvolvida) para o trazer à consciência e transformá-lo. Percebe a vida mais como um processo e excede a noção estática de bem e do mal. Aprende para seu prazer ou em grupo. Quer relações equitativas e aprecia a diferença. Autoriza-se a exprimir as suas emoções e utiliza as suas mensagens.
Trabalha de acordo com a sua verdadeira vocação, sente-se rico com pouco ou muito e sem acumular, confiando que as suas futuras necessidades serão satisfeitas. O seu caminho é o de viver a alegria, abundância, a fé, a fidelidade à sua sabedoria interna.
Cada arquétipo projecta o seu modelo do mundo sobre os outros e sobre o seu ambiente. Influenciados pela energia de um arquétipo específico, podemos tender a ter pena da crueldade dos outro, do seu conformismo, da sua fraqueza, do seu egoísmo ou da falta de profundidade. E é assim que nascem tantos conflitos. Para o Mártir, a independência do Mendigo assemelha-se frequentemente ao egoísmo ao qual ele tem horror. Já o Guerreiro pode parecer insensível ao Órfão. A forma de estar e ser do Mágico que acredita que qualquer acção é justificada quando é autêntica pode ser vista como inadaptabilidade.
Como lembrava Campbell “a mitologia diz-nos que aquilo que parece mais desafiante e no que tropeçamos é onde reside o nosso tesouro. . . . Onde parece mais desafiante é onde está o maior convite para descobrirmos poderes maiores e mais profundos em nós mesmos. E onde o poder de responder é bem-sucedido, surge uma nova amplificação da vida e da consciência.”
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]]>“As minhas ideias e a compreensão da espiritualidade emergem da minha própria infância, numa quinta em Wisconsin, nos EUA. Via coisas a crescer por todos os lados e muito cedo compreendi que o crescimento é a força vital, uma manifestação do espírito, é a consciência de que somos seres espirituais numa forma humana. Esta é a essência da espiritualidade. E o desafio de sermos inteiramente humanos é o de permanecermos num estado de abertura para algo maior, que tem muitos nomes, por exemplo Deus. Creio que uma vida exitosa acontece quando aceitamos e permitimos que essa relação com a nossa força vital, aconteça.”
Virgínia Satir, em “Satir Step by Step: A Guide to Creating Change in Families”
O legado de Virgínia Satir, assim como parte do legado de Carl Rogers, por exemplo, são pilares na Parentalidade com PNL & Generativa. Se já segues, sabes que não facilito dicas, ainda assim, há pontos chave no processo de transformação e mudança, que o legado da mãe da terapia familiar sistémica, modelada pela Programação Neurolinguística, Virgínia Satir, nos traz e aplicamos no processo de criação das famílias generativas.
A observação e a curiosidade, essenciais na vivência da Parentalidade Generativa, estão presentes em Satir, que nos revela um modelo de transformação assente na humanidade única é irreversível de cada ser. Como a própria dizia, “sempre que alguém liberta os seus medos, desperta a sua própria coragem, a capacidade para viver no presente e permitir que a transformação aconteça. É assim, que se torna totalmente humano”.
Acreditando, tal como eu acredito, que a família é o microcosmos do mundo, Virgínia Satir almejava a criação de relações harmoniosas, possíveis quando vivemos desde a nossa essência, com consciência daquilo que nos limita e empodera, assumindo responsabilidade pessoal e o poder de escolher, decidir, gerir e transformar a nossa realidade interior e exterior de uma forma positiva.
Dicas de Virgínia Satir no processo de transformação:
E nesta arte de sermos pais, nos momentos mais desafiantes, quando o mundo parece vazio, saibamos sair do CRASH STATE, desta análise dentro da cabeça, da rigidez que se manifesta na mente somática (no corpo), que nos tolda os sentidos e tenhamos a clareza de que tudo o que precisamos é apenas voltar a casa, reconectar com quem somos. Como lembrava Satir, estabelecer contacto connosco mesmos e com os demais, é um jogo que mantém a nossa integridade, alimenta a auto-estima e o nosso crescimento, que nos permite nutrir relações generativas connosco e com os demais. Quanto mais praticarmos mais amamos, mais amados somos, mais harmoniosamente vivemos. Todos.
PS – De várias formações que fiz sobre o trabalho de Virgínia Satir, onde mais aprendi sobre o tema, foi nos estudos profundos que realizei em particular com Judith DeLozier, na UCSC University of California, Santa Cruz e com Frank Pucelik, co-criador da Programação Neurolinguística (PNL), que trabalhou directamente com Satir e a modelou.
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]]>O conteúdo Diferença é igual a beleza na Parentalidade Generativa aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>– “Aquela pessoa tem um turbante na cabeça, é estranha!”
– “Aquele homem tem uma cor diferente e uma barba muito comprida, cuidado com ele!”
– “Aquela pessoa tem umas crenças muito estranhas sobre Deus, não tem nada a ver com as nossas, cuidado!”
– “Aquele miúdo atirou-se para o chão aos gritos, quando ouviu um carro, é um mal-criado!”
(…)
E esta crença, acerca da diferença, “é a origem de todas as guerras, de todos os conflitos humanos”, garante Pucelik. E prossegue recordando que “no momento em que etiquetamos de estranho, alguém que é diferente, então, passa a ser um alvo a eliminar!”. E esta “é a crença mais destrutiva da espécie humana!”
“Não devemos permitir que as percepções limitadas de outras pessoas nos definam”.
Virginia Satir
Precisamos da diferença para que exista Vida no Planeta!
E não, nem sempre é fácil aceitar algumas diferenças. Enquanto mãe de duas filhas, uma com rotulo de deficiente e outra não, sei o quão desafiante pode ser. E sei também que é possível ultrapassar! Não temos que concordar, basta que aceitemos e respeitemos que a diferença existe.
Virgínia Satir, a mãe da terapia familiar sistémica, modelada pela Programação neurolinguística, é uma das guias da Parentalidade com PNL & Generativa. Curiosamente foi Frank Pucelik quem dos três co-criadores da PNL, mais tempo passou a seu lado, a estudar o seu trabalho e a modelá-la. E Satir lembrava, vezes sem conta, que “em todo o mundo não há ninguém exactamente como eu, embora haja pessoas que tenham partes que se parecem comigo. Portanto, tudo que sai de mim é autenticamente meu, porque eu assim o escolhi”. Podes ler aqui o maravilhoso poema da auto-estima, de Satir.
Cada um de nós percorre um caminho e tem uma história pessoal. Assim, comparar-se não serve para nada: não estamos nunca em igualdade de condições. Apreciemos, pois, a autenticidade que levamos dentro de nós e que nos permite ser parte do todo.
Devemos ter todos as mesmas oportunidades, ser tratados de igual forma. Ainda assim, há pessoas que para ter a mesma oportunidade terão que se esforçar mais, precisamente por serem mais diferentes que os demais. E é aqui que entra na equação a igualdade – oferecer a todos as mesmas oportunidades e sobretudo, a equidade – ser justo conforme a situação. Ou seja, a equidade diferencia-se da igualdade por se aplicar de acordo com as necessidades de cada um, por ser inclusiva. E é essa que mais ressoa na Parentalidade com PNL & Generativa. É assim que as famílias generativas honram e celebram as diferenças, através da equidade!
Se ainda não conheces os restantes 9 princípios da Parentalidade com PNL & Generativa, convido-te a que leias os artigos sobre os 4 primeiros e sintas o impacto de cada um deles na tua vida:
1 – Mapa & Território;
2 – Respeito;
3 – Comunicação é manipulação;
4 – Resistência é poder.
Tem presente a tua liberdade de ser e fazer diferente! Relembro as cinco liberdades, também legado de Virgínia Satir, que trouxe para a PG.
Que possamos sempre viver autênticos, congruentes, livres de comparações e inclusivos!
Só assim o mundo avança!
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]]>O conteúdo O 1.º dos 9 Princípios da Parentalidade com PNL & Generativa aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Vou partilhá-los durante as próximas semanas, um a um, em artigos separados, oferecendo-te a possibilidade de os praticares passo-a-passo, ao teu ritmo. E se sentires (como eu) que são absolutamente transformadores, podes optar por fazer deles lanternas e guias para a tua vida.
A Parentalidade Generativa é um continuo processo de evolução. Assenta em rigorosos critérios de investigação e comprovação. Mesmo quando falamos, por exemplo, em Mente de Campo, por trás, existe validação científica. Nada entra na PG sem antes ter passado pela experiência humana e pela lupa de investigadores de topo. Dentro da PNL, a PG é apadrinhada por Judith DeLozier (a mãe da PNL) e por Robert Dilts (PNL co-developer e co-criador do Trabalho Generativo). Já na área científica, recebeu o reconhecimento do Dr. Daniel Siegel e do Dr. Bruce Lipton – espreita as mensagens exclusivas de ambos para o meu último livro, Gurus de Palmo e Meio.
Os nossos cinco sentidos – visão, audição, olfacto, tacto, gustativo – não nos entregam uma informação precisa acerca do que realmente acontece. Por isso, temos todos que interpretar a realidade. E assim, cada pessoa constrói mentalmente a sua verdade, vivemos apenas com uma percepção pessoal sobre tudo o que sucede. Quando entendemos profundamente este princípio, compreendemos incontestavelmente, que cada ser humano é uma identidade de vida, distinta, única e paramos de julgar os demais, porque na verdade, estamos apenas a julgar-nos a nós mesmos. Assim, quando queres entender alguém, ao aceder ao que entendes ser a vida, por exemplo, não podes concluir nada em concreto acerca do outro. Tu tens o teu mapa, a outra pessoa tem o seu próprio mapa, ainda que o tema seja o mesmo. Sim, mesmo que esse alguém seja o teu filho!
Este princípio da Parentalidade Generativa (e também da PNL) de que o Mapa não é o território, abre-nos as portas a novos mundos. Dá-nos a oportunidade de conhecermos novas formas de estar, viver a vida e revisitarmos a nossa própria forma de ser, estar e viver. Como nos diz Frank Pucelik, quando encontras outro ser humano “diverte-te, explora um novo planeta e desfruta!” Concordo!
Este 1.º Princípio da Parentalidade Generativa vai ainda ao encontro de algumas das crenças de Virgínia Satir, também modelada pela PNL e tão querida e presente na PG. Podes ler neste blog e no da PG, vários artigos com aplicações práticas na Parentalidade, daquela que é considerada a mãe da Terapia Familiar Sistémica e que o querido Frank Pucelik modelou, trabalhando e investigando, lado-a-lado. Se ainda não visitaste a Aldeia da PG, as portas estão abertas e uma fantástica comunidade de famílias generativas, de braços abertos para te receber.
Caminho nesta jornada da Parentalidade há mais de 13 anos, como autora desde há 10, sempre fascinada com o que tanto que já se manifestou, vivo, vivemos e tão curiosa para descobrir o que ainda vem. Sempre muito bem acompanhada dos nove princípios da PG. Quanto mais os pratico, mais preparada estou para criar relações e conexão comigo e com os demais. Satir, disse-nos que “cada pessoa é uma manifestação da força vital da vida e tem um espírito interno e único. Cada pessoa é um milagre e digna de amor.” Eu também acredito que sim. E tu?
O conteúdo O 1.º dos 9 Princípios da Parentalidade com PNL & Generativa aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>O conteúdo O poema de Virgínia Satir que dedico aos pais e às famílias aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Modelo de excelência da Programação Neurolinguística (PNL) – modelada sobretudo por Frank Pucelik (co-criador da PNL), que me ensinou tanto do que sei de Satir – acreditava no que chamava “força vital”, essencial para qualquer transformação nas famílias. E esse é um trabalho, muito bonito, que desenvolvemos a fundo no Practitioner de Parentalidade Generativa.
Já partilhei a Declaração de Auto-Estima escrita por Virgínia Satir. Na altura lancei-te o desafio de a imprimires, guardares na carteira, colocares visível num espelho que utilizes mais regularmente… fazendo dela mantra até se tornar músculo em ti. Celebrando e honrando a tua força vital e o teu dom único! Agora, o convite é o de que leias este poema e sintas a sua vibração:
“Quero amar-te sem absorver-te,
Apreciar-te sem julgar-te,
Unir-me a ti sem escravizar-te,
Convidar-te sem exigir,
Deixar-te sem que me sinta culpada,
Criticar-me sem ferir-te
e ajudar-te sem menosprezo.
Se puderes fazer o mesmo por mim,
Então ter-nos-emos conhecido verdadeiramente
e poderemos beneficiarmo-nos mutuamente.”
Respira fundo. Convido-te a leres novamente, agora em voz alta, pausadamente. Sente a vibração de cada frase no teu corpo.
Como seria se te amasses desta forma? E ao teu filho? Como seriam as tuas relações?
Já sabes que és sempre o melhor modelo para o teu filho. Uma mulher e mãe que se ama vive em verdadeira expansão, vive em estado pleno de autenticidade, vive em liberdade.
Satir também nos recorda e bem, que não é a situação que determina o nosso comportamento. É a nossa percepção sobre a situação.
Sim, convido-te uma vez mais, a fazeres deste poema um novo mantra para entoares diariamente, as vezes que sentires serem necessárias para te apaziguar a alma e o coração. É sobre ti, é para ti. Di-lo em frente ao espelho: Quero e prometo amar-te sem absorver-te. E observa o que acontece!
O conteúdo O poema de Virgínia Satir que dedico aos pais e às famílias aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>O conteúdo Sete passos para o sucesso feminino aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Acredito que, na verdade, nós mulheres, não precisamos de encontrar a nossa voz. Nós temos voz! O que precisamos é de encontrar um bom sponsor, que nos veja por quem somos, reconhecendo a nossa essência e empoderando-nos. Só isso.
Sendo as minhas filhas também venezuelanas (uma de nascimento), mantemos laços estreitos com esse tão grande país. E foi assim que cheguei à directora da Google México, a igualmente venezuelana María Teresa Arnal que participou, em Março passado, no #4womenforum. A palestrante escolheu o tema: “Liderando uma empresa e formando uma família”.
No decorrer da sua intervenção, María anunciou os sete passos para o sucesso feminino. Interessante sentir que já os pratico há tanto tempo e que vão ao encontro dos ensinamentos de uma das mulheres inspiradoras da minha missão – Virgínia Satir.
Antes de mais, podes começar por colocar no canto do prato as expectativas que terceiros têm para contigo. Define quem és, quem queres ser, que vida queres criar, viver e onde queres chegar! Lembra-te sempre: és a condutora da tua vida.
Já ouviste falar de pessoas tóxicas? Afasta-te! Tem por perto pessoas com as quais te conectes, te motivem, empoderem e que sejam, elas próprias, responsáveis e autoras de estórias bem-sucedidas.
Queres viajar e conhecer o Mundo? Vês-te através desse sonho? Queres uma vida tranquila, que te permita ser mãe e simultaneamente directora? Também te vês através desse sonho? Em que empresa gostarias de trabalhar? Aí está a essência do que queres fazer.
Isto vai desde as chefias aos teus amigos, família, companheiro, pessoas que cooperem. O objectivo é que sejam elementos da tua confiança que te apoiem em qualquer momento e circunstância, seja nos felizes, ou nos mais críticos.
É importante que tenhas tempo para ti e que ele se reflicta na tua agenda. Qual a % de tempo que dedicas ao teu trabalho? Qual a % que dedicas à tua família? Aos teus amigos? Aos teus hobbies? Inclui na lista tarefas para as quais não dispões de tempo e reflecte.
Lembra-te que o sacrifício faz parte do jogo! Deves estar consciente do mesmo, das tuas intenções e do que estás disposta a fazer por ambos. E, quando fazes uma escolha que implica sacrifício, tem em mente que ela trará consigo a luz. Aqui, acrescento um pormenor que faz toda a diferença: a dor existe, impulsiona-nos, o sofrimento é opcional e desconecta-nos do essencial.
Não te esqueças que há sempre alguém por quem podes fazer mais. Já para María Teresa Arnal é importante lembrar que “há um lugar especial no inferno para as mulheres que foram miseráveis com outras mulheres.”
Não sei se existe, sei apenas que, e de acordo com o meu modelo do Mundo, sou feliz a “fazer bem, sem olhar a quem”.
Provavelmente, estás a dar-te conta que já praticas vários destes sete passos para o sucesso feminino. E que bom que é.
O conteúdo Sete passos para o sucesso feminino aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>O conteúdo A Auto-Estima de Virgínia Satir, na Parentalidade Generativa aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Partilho assim, um dos poemas mais bonitos que já li sobre a auto-estima, escrito precisamente por Vírginia Satir. Esse poderoso sistema imunitário social que te ajuda a lidar com situações desafiantes quando és, por exemplo, interrogado e agredido, de alguma forma. O tema tem reunido investigadores sociais, neurocientistas e físicos quânticos em todo o mundo. Uma autoestima saudável é a certeza que tens sobre quem és, relacionas-te bem com tudo o que sabes sobre ti. É a capacidade de gostares de ti, de te aprovares, de teres uma auto-imagem positiva. Ela protege-te, preenche-te e faz-te sentir merecedor de amor e de tudo o que de melhor o mundo contém, permite que te auto-realizes, é sinónimo de felicidade e inteireza. Exploro o tema no meu último livro, “Gurus de Palmo e Meio”. Quem tem uma autoestima saudável é humilde, generoso, comunica sem medo, expõe com tranquilidade a sua vulnerabilidade, pratica a auto-compaixão e sabe que não precisa de aprovação ou aceitação externa de terceiros e criar relações profundas.
De 0 a 10, como está a tua auto-estima?
“Eu sou eu
Em todo o mundo,
Não há ninguém igual a mim.
Há pessoas,
Que têm alguns talentos iguais aos meus,
Mas a natureza de ninguém se compara a minha.
Por essa razão, tudo o que sai de mim é meu de verdade
Porque eu sozinha fiz a escolha.
Sou dona de tudo o que diz respeito a mim.
O meu corpo, inclusive
Tudo o que ele faz;
A minha mente e inclusive todos os seus pensamentos e ideias;
Os meus olhos, inclusive as imagens de tudo o que contemplam;
Os meus sentimentos, seja quais forem
Raiva, alegria, frustração, amor, desengano, excitação;
A minha boca e todas as palavras que dela provêm;
Gentis, doces ou ásperas,
Próprias ou impróprias;
A minha voz, ruidosa ou suave;
E todas as minhas atitudes,
Com os outros ou comigo mesma.
Sou dona de minhas fantasias, meus sonhos, minhas esperanças;
Os meus temores.
Sou dona de todos os meus triunfos e sucessos;
De todos
os meus fracassos e erros.
Porque sou dona de mim, sei o que se passa em meu íntimo.
Então, gosto de mim e sou afetuosa comigo em tudo que me diz respeito.
Desse modo, possibilito a mim trabalhar como um todo para o meu bem.
Sei que há em mim alguns aspectos que não conheço.
Mas enquanto eu for terna e Afetuosa comigo mesma,
Poderei com coragem e esperança,
Procurar soluções para os enigmas e meios de descobrir mais sobre mim.
Seja como for que eu pareça e me comporte,
O que quer que diga e faça, pense e sinta em dado momento, tudo isso sou eu.
É autêntico e representa onde estou neste exacto momento.
Quando mais tarde recordo como pareci e me comportei, o que disse e fiz e pensei e senti,
Talvez algumas partes revelem-se inadequadas…
Deito fora o que não me serve, guardo o que foi aprovado e invento algo novo para substituir o que descartei.
Vejo, ouço, sinto, penso, falo e faço.
Tenho as ferramentas para sobreviver, para ficar perto dos outros, para ser criativa e compreender o mundo das pessoas e as coisas fora de mim.
Sou dona de mim!”
Virgínia Satir
O conteúdo A Auto-Estima de Virgínia Satir, na Parentalidade Generativa aparece primeiro em Rita Aleluia.
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