O conteúdo Pais, é a prática do UBUNTU que faz a diferença! aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Conta a história que um antropólogo propôs um jogo às crianças de uma tribo africana. Colocou uma cesta cheia de frutas perto de uma árvore e disse às crianças que a primeira a chegar ganhava todas as frutas. Quando deu o sinal de partida as crianças deram as mãos e correram juntas. A seguir sentaram-se, lado-a-lado para desfrutar o prémio. Quando o antropólogo perguntou por que correram assim, já que existia a possibilidade de haver um único vencedor, que ganharia todos os frutos, as crianças responderam: “UBUNTU! Como é que um de nós poderia sentir-se feliz sabendo que todos os outros estavam tristes?”
O que significa UBUNTU?
UBUNTU, nas culturas Zulu e Xhosa significa: “Eu sou porque nós somos.”
Desmond Tutu prémio Nobel da Paz, que faleceu há dias, lembrou-nos que UBUNTU “é a essência do ser humano. Diz-nos que a minha humanidade está presa e indissoluvelmente ligada à tua. Eu sou humano, porque eu pertenço. UBUNTU é sobre a totalidade, sobre a compaixão. Uma pessoa com UBUNTU é acolhedora, hospitaleira, generosa, disposta a compartilhar. A qualidade do UBUNTU oferece às pessoas a resiliência, permitindo sobreviver e emergir mais humanas, além de todas as condicionantes que insistem em desumanizá-las.”
É uma interdependência da qual não nos podemos livrar. “Eu sou, porque tu és”, um reconhecimento de que, na essência, dependemos uns dos outros, de que sem a existência do outro a nossa existência torna-se irrelevante, vazia. Influenciam-nos mutuamente, individual e colectivamente.
E por causa dessa interdependência, torna-se cada vez mais urgente vivermos intencionalmente, em consciência. É urgente cooperarmos, reconhecermos que nós e as nossas sociedades funcionam em conexão e que cada pessoa é um elemento essencial do sistema, que traz algo único para contribuir. É urgente o reconhecimento e a prática da holonarquia.
Não é à toa que é preciso uma aldeia (foi assim que nasceu a Aldeia Generativa) para educar uma criança!
Pais, famílias, educadores… é essencial ver, reconhecer e guiar os nossos filhos! Por quem eles são, na sua essência! E começa com o nosso auto-reconhecimento. Na consciência de que somos únicos, que pertencemos e merecemos! Na auto-(re)conexão. Só assim poderemos progredir. Em HUMANIDADE. Em UBUNTU!
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]]>O conteúdo 10 crenças que criam um Natal perfeito em família aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Gosto muito de aplicar nesta quadra, a Trégua de Natal. Assim, transformo alguma crença limitadora que ainda me habite, em infinitas possibilidades que estendo ao ano inteiro. Se não se lembram o que é a Trégua de Natal, este artigo de opinião, da autoria de Matias Melim, explica com muita clareza. Nestes dias também me afasto consideravelmente, ou totalmente, das redes sociais. Gosto muito de sentir a minha presença em mim, sem ruídos externos além dos que intencionalmente escolho, para facilmente conectar com as minhas filhas e restante família. Desde um lugar de abundância e mais plenitude.
Para ajudar a (re)conectar com o essencial de cada um e criar um Natal mais harmonioso (perfeito nas suas imperfeições), trago 10 crenças da Parentalidade Generativa (generative parenting®):
O centro do teu coração é onde a vida começa. O lugar mais belo da Terra.
Rumi
Agora, com as possibilidades que estas crenças geram, praticando coerência cardíaca, por palavras mais simplificadas, verdadeiramente desde o nosso coração, definimos uma intenção generativa acerca de como queremos viver e manifestar este Natal.
Em forma de mimo de Natal, proponho a leitura de dois artigos extra. Um deles da autoria da consultora sénior em PG, Patrícia Figueira. Ambos publicados no blogue da Generative Parenting (parentalidade generativa), da Aldeia Generativa (a comunidade global de famílias e profissionais generativos). Estas leituras ajudam-nos a criar mais serenidade, compaixão, disponibilidade, para nós, para os nossos filhos e para todos!
O que é e como funciona a coerência coração – cabeça, na parentalidade
Pais e filhos, a relação mais espiritual e generativa de todas
Desejo um santo e luminoso Natal! Que no final, nos sintamos gratos por termos ousado amar. Ou não fosse o amor o conjunto das emoções generativas.
Rita
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]]>O conteúdo A sabedoria e coerência do coração na parentalidade e na vida aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Há décadas que a Programação Neurolinguística (PNL) nos mostra que a coerência cardíaca, o alinhamento, a harmonia entre cérebro cardíaco e cognitivo são essenciais para a vivência da nossa autenticidade e totalidade. Ainda assim, só mais recentemente – há precisamente 20 anos – é que a ciência conseguiu comprovar. E como na Parentalidade com PNL & Generativa (Generative Parenting ®) trazemos as comprovações da ciência para a nossa querida PNL, decidi fazer formação (uma tornou-me facilitadora HeartMath, outra Practitioner em Trauma & Resiliência) no HeartMath Institute, um dos maiores centros de pesquisa no mundo, neste tema. Reunimos mensalmente e as descobertas sucedem-se. Por isso, vou continuar a escrever artigos sobre a sabedoria e inteligência do nosso coração, para que possamos todos, conscientemente, escolher agir a partir deste centro.
Onde quer que vá, vá com todo o seu coração.
Confúcio
E isto não é um clichê!
Sobre o coração – a reter antes de prosseguirmos:
Não é apenas o cérebro cognitivo que envia informação ao coração. O contrário também, e ainda mais! O coração produz hormonas, libertadas no cérebro que afectam directamente o nosso estado emocional, forma de pensar e, em última análise, quem somos a cada momento.
O coração é inteligente, possui um sistema nervoso independente e super desenvolvido. Em 1991, o neurocardiologista – John Andrew Armour, da Universidade de Montreal, descobriu que o coração tem um complexo sistema intrínseco formado por uma rede de mais de 40 mil neurónios, neurotransmissores, proteínas e células de apoio, consagrando-o de cérebro!
A neurocardiologia comprova assim, que o coração é um cérebro, com inteligência: sente, aprende e tem memória. Sempre que nos permitimos sentir o nosso coração ele começa a enviar sinais claros ao cérebro cognitivo, geramos coerência que por sua vez se manifesta em auto-regulação, ordem, activação e expansão do cérebro lógico, criando clareza mental, intuição validada, abertura, serenidade e sabedoria! Fazemos melhores escolhas! A nossa percepção muda!
E é também no coração que emerge o amor, no centro do nosso eu autêntico. É lá que se geram as emoções regenerativas, valores da PG: compaixão, cuidado, bondade, gratidão…
O campo eletromagnético do coração é o mais potente de todos os órgãos do corpo. 5 mil vezes mais intenso que o do cérebro e produzindo entre 40 a 60 vezes mais bioeletricidade que este. É por isso que quando sentimos medo, stress, frustração ou raiva, entramos em CRASH State por outro lado, quando experimentamos emoções regenerativas, como a gratidão, a compaixão ou o perdão, o coração vibra ordenadamente e emerge o estado coerente, é quando alcançamos o COACH STATE.
Este campo eletromagnético que nasce da actividade elétrica cardíaca envolve o nosso corpo, com impacto directo até 4 metros de distância, mensuráveis através de magnetocardiogramas, permitindo a todos os que nos rodeiam receber e sentir a informação energética contida no nosso coração, incluindo as nossas próprias emoções. Por isso, influenciamo-nos mutuamente, neurobiologicamente.
E podemos dizer o que quisermos com as nossas palavras que o que os nossos filhos sentem (e todos os demais que nos rodeiam) é sempre a energia vibracional e essa, não mente! Nem vale a pena dizer que são as crianças, o outro… que nos desafia. Perguntemos antes o que se passa, com curiosidade e generosidade, ao coração.
A coerência acontece quando os sistemas nervoso, cardiovascular, endócrino e imunitário, trabalham em cooperação, com eficácia, alinhados e em harmonia, sintonizados com o ritmo do coração – coerência cardíaca.
Quanto maior a coerência, menor o stress exprienciado. Quando vivenciamos coerência, o nosso corpo físico e psíquico, emite o que Doc Chilre, fundador e investigador do HeartMath (que também foi meu trainer) diz ser uma sinfonia sob a batuta do coração.
A ansiedade, a zanga e a frustração geram um ritmo cardíaco incoerente. Já o apreço, a gratidão, o amor e a calma, produzem um ritmo cardíaco coerente.
Antes de terminar, quero dizer que no próximo artigo vou partilhar uma técnica breve para criarmos coerência cardíaca e agora: quatro sugestões das dezenas de leituras que gosto particularmente, sobre a sabedoria e coerência do coração:
De para
Rita
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]]>O conteúdo Educação parental é a diferença que faz a diferença aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Antes de mais, na tomada de consciência do quão inconscientemente vivemos. A partir daí, investigamos, com muita curiosidade e generosidade, como é que temos criado a nossa vida. Que padrões nos movem. Quais são as nossas crenças, os nossos valores, o que queremos ver no mundo, definindo de forma consciente quais as nossas intenções, que vão sempre guiar-nos na direcção da vida que queremos, em congruência, criar. Alinhando os três cérebros – cardíaco, entérico e cognitivo – com as três mentes- somática, cognitiva e de campo (explico-te tudo no ‘Gurus de Palmo e Meio’).
Na Parentalidade Generativa o principal foco está na conexão e na presença com qualidade da relação. Primeiro de nós, agora adultos, para connosco, depois de nós para com a nossa criança interior (tantas vezes a gritar para ser vista, reconhecida, acolhida, curada). Desse lugar de intuição, de amor e abundância, podemos então conectar com o nosso filho e com os demais.
Vivendo consciente de que os nossos filhos não veem ao mundo para cumprir as nossas expectativas, necessidades e desejos. Tal como nós, são seres únicos, com identidade, espírito e assinatura próprios, que pedem para se manifestar na sua inteireza e humanidade. O foco é sempre na vossa conexão.
A educação parental deve focar-se no nosso assumir de responsabilidade pessoal, respeitando o dom único de cada ser, oferecendo, através do nosso melhor exemplo e modelo de pais, sem perfeição, com conexão, as diferentes (e infinitas) práticas e capacidades que os nossos filhos podem vir a precisar para caminhar na vida.
Há uma oração, que o pai da Terapia Gestalt, Fritz Perls escreveu em 1969, que rezo sempre que sinto emergir em mim a necessidade de controlar alguma das minhas filhas:
Eu sou eu, tu és tu.
Eu faço as minhas coisas, tu fazes as tuas coisas.
Eu sou eu, tu és tu.
Não estou neste mundo para viver de acordo com as tuas expectativas. E nem tu estás para viver de acordo com as minhas.
Eu sou eu, tu és tu.
Se por acaso nos encontrarmos, será lindo. Se não, não há o que fazer.
Não existem fórmulas universais de educar. Aqui explico-te detalhadamente. Cada família é um sistema único e sabe o que lhe convém a cada momento e contexto. Lembra-te que o teu filho, tal como tu, não é o seu comportamento, que esse é sempre o melhor que consegue ter naquele momento, que tem uma intenção positiva e que te comunica uma necessidade escondida que quer ser revelada! Bem-vindo.
Separa a criança do comportamento, com amor e empatia, sem impor regras ou condições. Caso contrário só geras mais desconexão entre ti e o teu filho!
Sem rótulos, sem castigos e ‘time-out’, sem prémios e recompensas, sem elogios e chantagens! Sem instalar a vergonha e a culpa como motivadores de alteração de comportamentos! Tudo isto tão típico de uma educação tradicional e autoritária.
Hoje, tenho a certeza que sim, que a educação parental transforma vidas, transforma o mundo. É possível fazer diferente! E a forma como podes fazê-lo (a tua forma única, autêntica, congruente a linhada com quem és e com o pai, a mãe que deves ser para os teus filhos) é o que vais descobrir e desenhar na certificação internacional Practitioner em Parentalidade Generativa. Um vasto leque de práticas generativas diárias, que nos permitem mergulhar, em segurança e consciência, na nossa essência, encontrar e curar os nossos triggers (gatilhos) instalados na infância, resgatar a nossa voz única de seres humanos e pais, munindo-nos de uma série de estratégias e instrumentos que transformam obstáculos em recursos e aprendizagens de e para a vida. Sempre com generosidade, porque sem generosidade não pode haver generatividade e nada de realmente único e novo, emerge.
Lembra-te,
Tudo o que queres promover no teu filho,
deve primeiro existir em ti!
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]]>O conteúdo O poder do olhar na comunicação aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>É comum escutar-se que o “Santo Gral” dos cursos para aprender a comunicar eficazmente é a nossa comunicação não verbal, já que a mesma será responsável por 93% da mensagem (segundo as investigações de Albert Mehrabian, Morton Wiener e Susan Ferris na Universidade da Califórnia em Los Angeles – UCLA) adoptada pela Programação Neurolinguística – PNL). Assim, a comunicação verbal representa apenas 7%. 93% da nossa comunicação é então, o resultado do poder do olhar, gestos, postura e tonalidade… O corpo é a arena onde as emoções se manifestam, transmitindo informação mais genuína sobre as emoções do que as palavras. Nesta fase que a humanidade atravessa, o olhar, em concreto, conecta directo com o inconsciente do receptor que reage emocionalmente à mensagem que enviamos. Falo-te de oculésica, o estudo do olhar e do comportamento dos olhos na comunicação.
“Neurofisiologicamente é impossível pensar da forma a que estamos habituados sem movimentar a cabeça e os olhos.”
Mark E. Furman
Ou seja, não é tanto o que digo, e sim, como comunico. E vemos acontecer diariamente na parentalidade. As nossas crianças modelam a forma como vivemos as respostas às suas perguntas. Logo, modelam a nossa comunicação não verbal. Em relação ao olhar, ele revela bastante as emoções que sentimos. Podemos por isso conectar, de forma autêntica, através do olhar …
Partilho alguns exemplos de significados do olhar, tendo presente que existem inúmeras variáveis a considerar numa avaliação de linguagem não verbal. As pessoas diferem naturalmente na forma como se expressam. Várias pessoas têm tiques e comportamentos específicos, por exemplo.
As pupilas denunciam-nos. Dilatam quando sentimos medo e também quando algo nos entusiasma. O que de resto tem a ver com os neuroquímicos libertados pelo cérebro que conduzem a que fisicamente a sensação que o medo provoca em nós, é exactamente igual à sensação física da excitação. Pupilas dilatadas denunciam o aumento do nível de atividade cerebral.
Diz-se que bloqueamos os olhos quando não queremos olhar para algo, normalmente alguma coisa perturbadora, angustiante ou assustadora. Acontece também, quando não queremos que os outros olhem para os nossos olhos (inconscientemente sabemos que nos leem a mente).
Normalmente acontece quando não queremos que o outro perceba que estamos a olhar para ele, e ainda quando perdemos interesse em algo ou alguém. Uma aversão imediata pode revelar timidez, raiva, nervosismo ou fuga.
Pode revelar imaginação, visualização, pensamento, criatividade e (temporariamente) recolhimento da interação social. Olhar para cima também pode sugerir teimosia, desprezo, desagrado ou mesmo tédio. As pessoas que tendem a ser muito visuais (como eu), olham muito para cima.
Este olhar pode demonstrar interesse, atenção, confiança, entusiasmo ou envolvimento social. Em PNL sabemos que as pessoas com tendência mais auditiva, aplicam-no com frequência.
Sugere confusão, medo, stress, loucura ou falta de confiança. Normalmente, pessoas com olhar instável, são consideradas menos confiáveis.
Desde que o discurso seja coerente e congruente, entre o que dizemos e como, o olhar pode ser treinado. A PNL é aliás, considerada como o modelo de excelência na comunicação. O modelo de comunicação da PNL fascina-me, ou não tivesse eu sido jornalista por quase duas décadas e licenciada em Ciências da Comunicação. A Programação Neurolinguística também explica a “avaliação da resposta” ou decodificação dos estados cognitivos através de pistas de movimentos oculares, assim como os olhos revelam também qual o sistema de representação (a forma como aprendemos e ensinamos o nosso modelo do mundo) ao qual estamos a aceder a cada momento. Temas que estudamos profundamente no PNL Practitioner em Parentalidade Generativa.
Portanto, seja em contexto de liderança pessoal, profissional, na interação com o próximo, num evento, formação, palestras… olhar o outro nos olhos é importante. Lembra-te apenas que se fixares muito tempo o olhar numa pessoa, pode ser considerado hostilidade ou domínio. Não olhares para a tua audiência, ainda que seja só uma pessoa, denota insegurança, desinteresse, arrogância, antipatia, sensação de inferioridade ou até medo de manifestar emoções e sentimentos.
Em caso de dúvida, de qual o impacto do teu olhar, podes fazer o exercício de PNL, das posições perceptivas, e, na segunda posição, calçares os sapatos do outro, a olhar para ti. Vê o que ele vê, ouve o que ele ouve e sobretudo, sente o que ele sente.
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]]>O conteúdo Regresso às aulas com Parentalidade com PNL & Generativa aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Observo muitas famílias mergulhadas em stress no regresso às aulas. Curiosamente, sinto essa pressão nos pais e isso reflecte-se nos filhos. Respira fundo. Se estiveres alinhada/o com as tuas intenções e valores, corre tudo bem.
Convido-te a iniciares este ano lectivo sem expectativas e com presença, muita mesmo. Além disso, com a lanterna virada para dentro de ti, pergunta-te:
“Ajuda-me a crescer, mas deixe-me ser eu mesmo”.
Maria Montessori
Este regresso às aulas pode ser uma oportunidade para crescer, para tu cresceres. É com os desafios que todos crescemos. Já partilhei contigo, várias vezes, que acredito que a parentalidade é mesmo o melhor curso de desenvolvimento pessoal, do Mundo! A PNL, com uma abordagem generativa, é então uma valiosa aliada. No meu livro “Mães do Mundo” e na certificação internacional que desenhei e facilito com a NLP University, California – Practitioner em Parentalidade com PNL & Generativa, falo-te de nove passos transformadores (da Mindfulness de Jon Kabat-Zinn). Se ainda não os colocaste em prática, o momento pode ser agora.
1. Não julgamento
Este é um verdadeiro desafio!
As pessoas, as coisas são o que são.
Despe-te das tuas crenças e análises e observa a transformação.
2. Sê paciente
Uma flor não brota assim que se semeia uma planta. Nesta vida tudo tem o seu tempo. Aprende a arte de deixar que tudo flua ao seu ritmo próprio, único e fundamental. A vida acontece agora.
3. Conserva uma mente de principiante
Somos moldados pelas nossas crenças e valores que surgem das nossas experiências armazenadas. Mais uma vez, liberta-te, mesmo que o acontecimento que estás a viver agora te pareça igual ao anterior, as condições serão sempre novas e diferentes. Podes agora agir de uma forma totalmente nova. Vê as coisas como se fosse pela primeira vez, porque é. Experimenta observar, com um novo olhar, o teu filho e pergunta a ti mesmo: “Como é que ele é na realidade?”
4. Confia
O teu coração sabe sempre a resposta. Confia na tua intuição. Mesmo que te digam que estás errado, só tu sabes como agir em cada momento. Tudo tem solução.
5. Evita o esforço
Muitas vezes, é preciso abrandarmos, pararmos mesmo para que tudo comece a funcionar. Se fazes muito esforço, estás a desperdiçar a tua energia e a desfocar-te das tuas intenções. Pára. Não significa que vais deixar de fazer as coisas, pelo contrário, significa que o que fizeres, fazes realmente, vai surgir do teu ser e vais fazê-lo com uma sabedoria muito maior, de forma adequada a cada situação.
6. Aceita
Vai ao encontro dos passos anteriores. Aceita que as coisas são como são. Não estão certas, não estão erradas, são assim. Aceita o que tens agora e trabalha com isso. Nesse momento, começas a ver nitidamente.
7. Deixa partir
Este passo é automático e é nele que encontras a paz completa na tua vida. Se te parecer difícil, lembra-te: Já sabes como é deixar ir… Todas as noites, quando vais dormir, deixas-te ir.
8. Agradece
Traz a gratidão ao momento presente. Seja pelo facto de estares vivo, de respirares, veres, ouvires… Já está provado que a gratidão é uma das atitudes mais positivas a cultivar. A gratidão tem um relacionamento único e poderoso com o bem-estar. Só podemos estar gratos quando estamos cientes do momento presente.
9. Sê generoso
Já notaste que quando nos entregamos à vida e nos damos aos outros, ajudando-os a serem mais felizes, não para usufruirmos de algo, mas pelo simples prazer de levar alegria aos outros, potenciamos o entre-ser, a conexão? Demonstramos que realmente nos interessamos e que damos o nosso tempo a alguém que não a nós mesmos.
E se a isto acrescentares silêncio e criatividade? Observa o teu filho, olhos-nos-olhos, alma com alma, com serenidade e amor incondicional, sem perguntas.
Sempre que sentires resistência já sabes, é apenas falta de conexão. Volta ao rapport.
Está tudo certo, confia, este vai ser um incrível ano lectivo!
Bom ano!
O conteúdo Regresso às aulas com Parentalidade com PNL & Generativa aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>O conteúdo O que te diz a Parentalidade com PNL & Generativa sobre estar a educar de forma certa ou errada aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Quero dizer-te que, não existe a forma de educar certa ou errada! Existe a forma de educar que te faz sentido, que faz sentido à tua família. A forma de educar que assenta nas tuas intenções. Essa, será sempre a forma adequada. Fazes o melhor que podes e sabes a todo o momento.
Outra boa notícia é que, se estás a educar recorrendo a estratégias e práticas que não estão a funcionar, podes decidir fazer diferente e gerar novos resultados. E começa em ti! És modelado a cada instante, inconscientemente, pelo teu filho, aluno. Que te parece começares a ser o exemplo que queres ver no Mundo?
Experimenta perguntar-te:
“Como quero que o meu filho me recorde? Os meus netos? Os meus bisnetos?”
Esta é daquelas perguntas poderosas que podem colocar-te no caminho da tal “forma de educar certa”…
As crianças vão sempre, mas sempre recordar-se de como as fizeste sentir e nem sempre (mesmo muito poucas vezes) do que lhes disseste. E esta é também a parte generativa e incrível da educação.
Acredito que a educação falha quando mergulhas em técnicas, métodos, em ferramentas, em castigos. E acerta quando mergulhas na liberdade, em presença, conexão e amor incondicional. Em práticas conscientes, no teu dia-a-dia, no dia-a-dia da tua família. Quando a tua auto-estima está saudável, quando estás em rapport contigo.
Na Parentalidade com PNL & Generativa, no Coaching Generativo, exploramos um campo criativo, profundamente generativo, onde surgem práticas nunca antes experienciadas. A partir daí tudo se transforma. Investigamos necessidades, tuas e deles (as crianças), activamos e levamos recursos, desenhamos limites pessoais. Fazes escolhas conscientes que surgem quando colocas nos músculos o conhecimento, quando integras os três cérebros – cognitivo, cardíaco e entérico, quando alinhas as tuas intenções com os teus valores e as tuas crenças. É a mudança generativa, aquela que acredito tornar o Mundo num lugar onde todos os seres humanos querem pertencer, a mesma proposta da Conscious Systems, da IAGC, aquela que revelo neste pequeno vídeo:
Agora, que as férias chegaram, o que pode acontecer se na tua “check list” estiver:
Sabes o que acontece se deres como opção ao teu filho a PlayStation, a viagem àquele destino que tanto sonham e a tua presença autêntica?
Ele pode até escolher a PlayStation ou a viagem mas contigo!! O teu filho só quer a tua presença, procura a conexão.
Divirtam-se genuinamente!
O conteúdo O que te diz a Parentalidade com PNL & Generativa sobre estar a educar de forma certa ou errada aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>O conteúdo Métodos! Estratégias! Walt Disney! aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Este fim-de-semana ouvi, de várias mães, o seguinte: “já experimentei todos os métodos que conheço e os meus filhos continuam a não mudar comportamentos”… Pois!
Deixa-me dizer-te, primeiro: o objectivo de qualquer método é levar a que a criança se comporte “bem”, ou seja, de acordo com o que os pais acreditam ser o “bom” comportamento, usando a manipulação. E assim, o comportamento anterior é aniquilado. Quando isto acontece estás a ignorar a necessidade e a intenção positiva por trás do comportamento que te parece ser inadequado. Estás também a agir contra o igual valor e dignidade. Estás, portanto a desrespeitar um ser humano igual a ti, com os mesmos direitos que tu tens.
Uma amiga holandesa, minha colega no NTI-NLP, na especialização em Parentalidade com PNL, falou-me há já algum tempo do reputado terapeuta familiar dinamarquês, Jesper Jull e, ainda este ano, estarei a fazer a certificação com o mesmo no Family Lab. Até lá, estou mergulhada nos seus muitos e fascinantes livros editados, a investigar e a estudar. Jull, que trabalha com famílias há mais de 40 anos, garante que, em 99% das famílias disfuncionais, o chamado mau comportamento é única e exclusivamente um sintoma de um sistema (família, escola, ambiente) doente, ele próprio um sistema disfuncional.
Na Parentalidade com PNL usamos ESTRATÉGIAS! As estratégias permitem que haja rapport, conexão, reconhecimento do meu espaço e do espaço do outro. Que haja escuta activa, que se veja e se sinta de acordo com cada situação específica, em cada momento em concreto. Que cada um, que é parte do sistema, possa realmente SER, sem julgamentos. O sistema funciona de forma fluida e harmoniosa.
E, talvez, ainda ressoe na tua cabeça – “Métodos! Estratégias! Walt Disney!”… Continuando nas estratégias, elas são padrões de comportamento que podem ser modelados e reproduzidos. E agora sim, Walt Disney! Disney tinha a sua estratégia para materializar os seus sonhos! Na PNL, Todd Epstein e Robert Dilts modelaram a estratégia de Walt Disney. Sobre a estratégia em si, falar-te-ei noutro artigo. O que pretendo agora, é que sintas o quão poderoso é o seu resultado e te perguntes:
Ainda quero usar métodos ou escolho desenvolver, modelar e aplicar estratégias?
Experimenta substituir os métodos por estratégias e vê o que automaticamente se transforma na vossa vida!
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]]>O conteúdo Cria espaço para ti em cinco passos aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Na Parentalidade com PNL existem práticas diárias que te auxiliam em todo o processo e que te permitem continuares a cuidar de ti, enquanto mulher que és. Já a semana passada falamos sobre que mães és tu, hoje digo-te: Cria espaço para ti em cinco passos! O teu filho agradece, vai sentir imenso orgulho e tu, ainda mais!
Quanto tempo dedicas a ti diariamente?
Aquela meditação (aula de dança, ginástica, natação…) à qual tanto gostarias de assistir continua a ser adiada porque acreditas que é mais importante enfiares-te na cozinha, a cozinhar para a semana inteira e saíres de lá exaurida?! Já imaginaste como seria se praticasses aquela meditação (adiada), chegasses a casa relaxada, conectada com a tua essência e em expansão para os que te rodeiam, disponível, no aqui e agora, para o teu filho?
Está na hora de reprogramares a tua lista de prioridades e alcançares resultados com êxito! Há dois princípios básicos da PNL que nos dizem que corpo e mente se influenciam simultaneamente e que sou dona da minha mente, logo, dona dos meus resultados!
O teu filho modela-te, se cuidas de ti, ele cuidará de si também.
Se continuas a insistir que para seres bem-sucedida em tudo, tens que ir em linha recta… Vives em permanente desgaste energético! Sê flexível! Se as coisas não acontecem à primeira como imaginaste, aceita e desfruta o processo. É durante o processo que se camuflam as grandes oportunidades de crescimento. E nada, mas absolutamente nada acontece por acaso. Tudo tem um propósito maior, nesta vida. E sim, é possível formar uma família e ser líder profissionalmente.
A forma como lidas com as adversidades, será a forma como o teu filho o fará também.
Já notaste que não és omnipresente, certo? Então, começa a traçar objectivos. Já sabes que devem ser SMART – Simples – Mensuráveis – Atingíveis – Realistas – Datados. Depois de definidos, só tens que os formular de forma positiva, verificar se são demonstráveis sensorialmente, especificá-los e contextualiza-los. Sabes que devem ser iniciados e mantidos por ti e claro, serem ecológicos para ti.
Aqui, falo-te mesmo de espaço físico. Um local em tua casa que seja única e exclusivamente teu. Uma espécie de quartel-general. Não precisa de ser uma sala, basta um cantinho, onde possas estar apenas contigo, a fazer o que mais gostas. Eu tenho um puf e um tapete de yoga que adoro!
Não és a super-mulher e ainda bem! Fazes sempre o melhor que podes e sabes em cada momento e, muitas vezes, precisas mesmo de apoio extra. Pode ser família directa, amigas, coaching com PNL. E que bom que é teres a oportunidade de partilhar a tua vida com pessoas que te amam, te reconhecem e te querem bem. Ter a humildade para pedir ajuda faz de ti um ser ainda melhor. Aceitar a ajuda cria em ti ainda mais bondade. A tua vida e a da tua família vai começar a estar mais conecta, harmoniosa e fluida.
Quando sinto que estou a desconectar-me de mim, recordo outro princípio básico da PNL: Tudo tende novamente para a união e para que se torne uma totalidade em nós e relembro a declaração de auto-estima escrita pela querida e inspiradora Virginia Satir, volto a mim e está tudo bem!
Deito fora o que não me serve, guardo o que foi aprovado e invento algo novo para substituir o que descartei.
Vejo, ouço, sinto, penso, falo e faço.
Tenho as ferramentas para sobreviver, para ficar perto dos outros, para ser criativa e compreender o mundo das pessoas e as coisas fora de mim.
Sou dona de mim!
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]]>O conteúdo Quando os “erros” são janelas de aprendizagem aparece primeiro em Rita Aleluia.
]]>Porque não existe erro, apenas feedback e este é um dos princípios básicos da Programação NeuroLinguística (PNL) e que assenta no facto de fazermos sempre o melhor que podemos e sabemos em cada momento. Sentes agora como o teu EU está mais leve?! É tão libertador e não deixa de ser responsabilizador.
Podemos olhar pela despectiva de que passamos a vida a “errar”. Perdemos chaves ou deixamo-las em casa, ultrapassamos o limite de velocidade, não colocamos a moeda no parquímetro, praguejamos… E depois, do alto do nosso ego, exigimos aos nossos filhos, ainda tão pequeninos que não façam o mesmo. Nós somos os modelos dos nossos filhos, certo?!
Esqueçam as culpas e as censuras! Alinhem a vossa caminhada com os vossos valores e intenções.
Só quando os nossos filhos estão livres do medo é que conseguem aprender, receber feedback! Ou seja, só crescem e se permitem SER, quando os “erros” são janelas de aprendizagem!
Nesta equação, ainda existe espaço para os julgarmos. Como? Quando temos a pretensão de acreditar que sabemos o que esteve na origem do “erro”. E assim, criamos nos nossos filhos, alunos, um sentimento de impotência porque somos juízes e ditamos o veredito final sem que possam defender-se.
E quantas vezes (com a melhor das intenções e perfeitamente inconscientes) os comparamos com os amigos e colegas, acabando, tantas vezes, por ridiculariza-los. Achas que não? Vê se te soa familiar: “És um esquecido!”; “Tens mesmo mau feitio”; “Estás a inventar estórias”; “És um preguiçoso, por isso é que não arrumaste o quarto!”; “Devias ter vergonha do que disseste!”…
Sabes o que vai acontecer?
O teu filho vai acreditar em tudo isto e começar a comportar-se como tal! Comportamento gera comportamento.
A semana passada partilhei contigo como é que ao transformares o teu vocabulário estás a transformar a tua vida.
No momento em que parares, respirares fundo, calares os julgamentos, abrires os braços e sentires que quando os “erros” são janelas de aprendizagem todos ganham, a vossa vida está a fluir. Estás a criar conexão. Estão finalmente, a SER, estão ao serviço do bem maior, das vossas almas, das vossas essências.
Agora vai e permite-te “errar”, vezes sem conta, com doses extra de amor incondicional.
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